Desde as primeiras formulações da fé, a Igreja confessa que Jesus foi concebido unicamente pelo poder do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, e afirma também o aspecto corporal desse acontecimento (§496).
O aprofundamento da fé nessa maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria, mesmo no parto do Filho de Deus feito homem. O nascimento de Cristo, diz o Catecismo, «não diminuiu, antes consagrou a integridade virginal» de sua Mãe (§499).
A liturgia da Igreja celebra Maria como a «sempre Virgem» (§499).