O Catecismo ensina que os santos, intimamente unidos a Cristo, não deixam de interceder por nós diante do Pai, graças ao único Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo. A nossa fraqueza é ajudada pela solicitude fraterna deles (§956).
A Igreja venera a memória dos santos não só pelo exemplo, mas para que a união de toda a Igreja no Espírito cresça no exercício da caridade fraterna (§957).
Entender isso evita um mal-entendido comum: pedir a intercessão de um santo não substitui Cristo, e sim se apoia nele. O santo apresenta ao Pai os méritos que alcançou pelo Mediador único (§956).