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Santo

Beata Albertina Berkenbrock

São Luís, Imaruí (SC), 11 de abril de 1919 · Imaruí (SC), 15 de junho de 1931 · beatificada em 2007 como mártir · é BEATA, ainda não canonizada

  • Crianças e adolescentes (devoção popular)
  • Diocese de Tubarão (devoção local)
  • Primeira-comunhão e catequese
“Deixai vir a mim as criancinhas.”
Mc 10,14, palavra de Jesus escolhida pelo portal para lembrar a menina mártir. Não há escritos dela. Tradução do portal.

Página em conferência. O texto foi redigido pelo portal a partir das fontes indicadas e ainda está sendo revisado; datas e detalhes podem ser ajustados.

Vida

Albertina nasceu numa família de agricultores de origem alemã, no interior de Imaruí, sul de Santa Catarina. Cresceu ajudando em casa e na roça, numa família de fé simples e firme. Era conhecida pela obediência, pela bondade com os irmãos e pela devoção: gostava da catequese, do terço e tinha grande alegria em receber Jesus na Eucaristia, desde a primeira comunhão.

Em 15 de junho de 1931, aos doze anos, ela procurava um boi da família no pasto quando foi atacada por um homem que trabalhava na região. Ela resistiu e recusou o que ele queria, e ele a matou. A comunidade logo passou a venerá-la como uma menina que preferiu morrer a ceder.

A Igreja estudou a vida e a morte de Albertina e reconheceu que ela morreu como mártir, em defesa da pureza e por fidelidade a Cristo. Foi beatificada em Tubarão (SC), em 20 de outubro de 2007.

Fontes: Processo de beatificação (diocese de Tubarão e Congregação para as Causas dos Santos); publicações da diocese de Tubarão; testemunhos da família e da comunidade de São Luís.

O que nos ensina

Albertina ensina que a fé de uma criança é verdadeira e forte. A sua história também chama os adultos a uma responsabilidade grave: proteger as crianças, ouvir quando pedem ajuda e nunca culpar uma vítima pela violência que sofreu. A menina não é exemplo de sofrimento a buscar, mas de amor a Jesus e de dignidade que ninguém pode tirar.

Milagres

  1. Reconhecido

    O martírio reconhecido

    Como mártir, ela foi beatificada sem exigência de milagre: a Igreja reconheceu que deu a vida por fidelidade a Cristo. Para a canonização, será necessário um milagre atribuído à sua intercessão.

  2. Tradição

    Graças atribuídas à intercessão

    Romeiros do sul de Santa Catarina relatam graças alcançadas pela intercessão de Albertina, sobretudo por crianças e famílias. Ainda não foram examinadas como milagre.

“Reconhecido” = examinado nos processos de beatificação e canonização ou narrado nas fontes oficiais. “Tradição” = relato devoto, sem exame formal.

Curiosidades

  • Ela é a primeira beata nascida em Santa Catarina.
  • A comunidade de São Luís, em Imaruí, recebe romarias, sobretudo em junho.
  • É frequentemente comparada a Santa Maria Goretti, também menina mártir, cuja página está no portal.

Oração

Beata Albertina, menina de fé simples, que amaste Jesus de todo o coração, intercede por nós junto de Deus. Protege todas as crianças, guarda as famílias e dá aos adultos coragem para defender os pequenos. Que nenhuma criança fique sem amparo, e que a nossa catequese e a nossa música as levem a Jesus com alegria. Amém.

Oração redigida pelo portal Músico Católico.

Quando celebrar

15 de junho · Fora do calendário · Vermelho

Como beata mártir, tem memória no próprio da diocese de Tubarão (SC), não no Calendário Romano Geral. Conferir o grau no calendário diocesano.

Santuários e devoção

  • Túmulo: São Luís, Imaruí (SC); conferir se os restos mortais estão no santuário local
  • Diocese: Catedral de Tubarão (SC), onde foi beatificada